As Atividades Humanas que Ameaçam as Tartarugas

A cada mil filhotes de tartarugas que são postos, somente cerca de três conseguem atingir a vida adulta. Estes animais, desde muito pequeninos enfrentam muitos tipos de obstáculos naturais e principalmente de impactos da vida humana, este último pode ser considerado seu principal predador hoje em dia. Quando estas espécies atingem a vida adulta, sua predação pode ser ocasionado por ataque de tubarões e para a fêmea, quando ela se encontra no período de desova, este pode ser considerado também um momento crítico, já que não se encontra em seu habitat natural e está exposta a animais silvestres e a humanos.

As tartarugas marinhas, pode ser consideradas animais em risco a nível mundial por que estes animais migram de tempos em tempos de costa em costas, assim rodando por todo o mundo. Por isso, são animais que devem ter atenção voltada, sendo extremamente vulneráveis. De acordo com dados do IBAMA, as tartarugas marinhas estão na lista oficial dos animais em ameaça de extinção.

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Atividades Humanas que Ameaçam as Tartarugas

Durante o período que tange os anos 1980 era muito comum matar tartarugas marinhas a fim de consumo alimentar e de utilizar seu caso em confecções como pentes, pulseiras, anéis e colares. Estas em geral eram capturadas quando iam a praia para a desovar, e além delas serem capturadas, os seus ovos também era utilizados para consumo nutritivo.

Tartaruga Enroscada em uma Rede de Pesca

Tartaruga Enroscada em uma Rede de Pesca

Hoje esta prática é proibida, mas elas ainda correm perigo de extinção, e de acordo com pesquisa, o principal perigo que cerca estes animais inofensivos é a pesca e estes animais ficam presos incidentalmente nas redes. Como as tartarugas precisam ir a superfície para respirar, estas não nadam a níveis muito profundos, e assim ficam suscetíveis a serem capturadas, e assim acabam desmaiando e morrem afogadas quando enroscadas nas redes. As pescas que são caracterizadas como as mais mortais e predatórias à elas é a pesca de camarão e espinhal realizado principalmente por pescas ditas de arrasto, característico da pesca industrial. E para combater este principal meio nocivo contra a vida das tartarugas, é a instalação de um dispositivo chamado TED nas redes que acionam quando tartarugas ficam presas à rede.

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Outro ponto forte que coloca as tartarugas marinhas em risco de extinção é quando as plantações e construções que invadem maiores superfícies da costa litorânea. Como a temperatura da areia é que define o sexo das tartarugas, a propensão a aumentar o número de machos potencializa a cada dia, já que maiores construções podem vir a diminuir significativamente a temperatura da areia com maiores sombreamentos.

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Outro fator seria as luzes artificiais que estão aumentando cada vez mais nas praias com a expansão da urbanização. Assim as mães, as fêmeas não desovam nas praias, e quando há a desova e há muitas luzes, os pequenos filhotes tendem a seguir a luz artificial na maioria dos casos, já que ficam desorientados. Assim, caminhando para o continente os filhotes morrem atropelados ou pela falta de água e desidratação.

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Como os ninhos de desova são realizados na areia, o trânsito de carros pela praia pode ser um fator de grande risco também. Com a compactação radical da areia, quando o carro ali circula, faz com que os ovos quebrem e morrem ali mesmo. Além disso as marcas de pneus dificultam a locomoção destes rumo ao mar, e também estão em risco de serem atropelados. Diante disso, é importante que todos se atentem quanto a preservação da vida marinha, não somente a das tartarugas, como todo o seu conjunto de habitat.
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